quinta-feira, 5 de abril de 2012

Rita Lee, para a despedida!

Enquanto eu ainda não consigo escrever um post sobre a morte da avó mais delicada do mundo, eu deixo a Rita Lee cantando, pra eu pensar e repensar em: viver, em despedir-se com sabedoria, em morrer...
A gente paga um preço alto por "amar" pessoas, e só contabiliza o "apreço" por elas, pelo tamanho da saudade que deixam em nós. Sustentar o ateísmo é difícil quando nos confortaríamos em pensar que quem amamos estará no paraíso. Mas me mantenho convicta! Te amei muito e amo (tanto quanto) a saudade de ti agora, minha pequena Eva!



Coisas da Vida (Rita Lee)


Quando a Lua apareceu,ninguém sonhava mais do que euJá era tarde, mas a noite é uma criançadistraída.Depois que eu envelhecer,ninguém precisa mais me dizercomo é estranho ser humano nessas horas de partida.
Ah, é o fim da picadaDepois da estrada começa uma grande avenidaNo fim da avenida, existe uma chance, uma sorte, uma nova saída.Qual é a moral? Qual vai ser o final dessa história?Eu não tenho nada pra dizer por isso digoEu não tenho muito o que perder, por isso jogoEu não tenho hora pra morrer, por isso sonho
ah, ah, ah...
Ah, são coisas da vida...Ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica...Ah, são coisas da vida...Ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica...
Ah, são coisas da vida...Ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica...Ah, são coisas da vida...Ah, e a gente se olha e não sabe se vai ou se fica.

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