Um daqueles achados musicais que a gente comemora quando encontra.
Letra e música para deliciar-se:
Efêmera Tulipa Ruiz
Vou ficar mais um pouquinho
Para ver se acontece alguma coisa
nessa tarde de domingo
Congele o tempo preu ficar devagarinho
Com as coisas que eu gosto
e que eu sei que são efêmeras
E que passam perecíveis
E acabam, se despedem,
mas eu nunca me esqueço
Vou ficar mais um pouquinho
Para ver se eu aprendo alguma coisa
nessa parte do caminho
Martelo o tempo preu ficar mais pianinho
Com as coisas que eu gosto
e que nunca são efêmeras
E que estão despetaladas, acabadas
Sempre pedem um tipo de recomeço
Vou ficar mais um pouquinho, eu vou
Vou ficar mais um pouquinho
Para ver se acontece alguma coisa
nessa tarde de domingo
Vou ficar mais um pouquinho
Para ver se eu aprendo alguma coisa
nessa parte do caminho.
"Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu não sei o nome, cores de Almodóvar, cores de Frida Kahlo Cores! Passeio pelo escuro eu presto muita atenção no que meu irmão ouve. E como uma segunda pele, um calo, uma casca, uma cápsula protetora. Ai, eu quero chegar antes pra sinalizar o estar de cada coisa, filtrar seus graus... Eu ando pelo mundo divertindo gente, chorando ao telefone. E vendo doer a fome nos meninos que têm fome"...Adriana Calcanhoto
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Pagu (Maria Rita)
Sempre bom ouvir, mais ainda lembrar:
"MINHA FORÇA NÃO É BRUTA,
NÃO SOU FREIRA, NEM SOU PUTA.
NEM TODA A FEITICEIRA É CORCUNDA,
NEM TODA A BRASILEIRA É BUNDA,
MEU PEITO NÃO É DE SILICONE,
SOU MAIS MACHO QUE MUITO HOMEM"...
"MINHA FORÇA NÃO É BRUTA,
NÃO SOU FREIRA, NEM SOU PUTA.
NEM TODA A FEITICEIRA É CORCUNDA,
NEM TODA A BRASILEIRA É BUNDA,
MEU PEITO NÃO É DE SILICONE,
SOU MAIS MACHO QUE MUITO HOMEM"...
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
O Silêncio da Ostra

Eu espero o teu perdão
O sim do não. Coração.
Tento lembrar teu abraço
Um cigarro. O maço.
Acompanho pela mídia
Teus passos. Espaços.
O destino não tem alma
Existe? Persiste a procura.
A cura? Respostas sem sentido.
Aperta o peito. Saudade.
Congelo o tempo. Respeito.
Lágrimas no rosto. Elas falam.
São as lágrimas que dizem
O que não diz no dicionário.
Se é triste, também é belo,
Mais ainda o que silencia.
De longe, dos trilhos do trem,
Do passado que faz falta
Gelo e silêncio. Maré alta.
Vento e contemplação.
Mesmo o que é só lembrança
É fato no peito que o sente.
Desmente. Consente o abstrato
Da vida que virou passado
E insiste em ser memória.
Um passo de dança. Vida e coração.
O sim do não. Coração.
Tento lembrar teu abraço
Um cigarro. O maço.
Acompanho pela mídia
Teus passos. Espaços.
O destino não tem alma
Existe? Persiste a procura.
A cura? Respostas sem sentido.
Aperta o peito. Saudade.
Congelo o tempo. Respeito.
Lágrimas no rosto. Elas falam.
São as lágrimas que dizem
O que não diz no dicionário.
Se é triste, também é belo,
Mais ainda o que silencia.
De longe, dos trilhos do trem,
Do passado que faz falta
Gelo e silêncio. Maré alta.
Vento e contemplação.
Mesmo o que é só lembrança
É fato no peito que o sente.
Desmente. Consente o abstrato
Da vida que virou passado
E insiste em ser memória.
Um passo de dança. Vida e coração.
Roberta Santos
22.01.12
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
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